Exposição Primavera de Inverno

EXPOSIÇÃO
PRIMAVERA DE INVERNO
De 04 a 22 de junho
A Arte de Claudete Alves Pereira

Com a palavra, Claudete Alves Pereira

Formada em Letras – Português-Inglês, pela PUCC de Campinas

Sonhava ser professora, mas a vida traçou-me outros caminhos. Fiz carreira como servidora pública municipal, na área de planejamento, por 20 anos.

A pintura entrou em minha vida como preparação para a aposentadoria. Sempre gostei de pintar com lápis de cor e a pintura ampliou esse universo. Com a ajuda da primeira professora, Zaira Gasparine, fiz meus primeiros quadros em 2002, usando óleo em tela e copiando de revistas.

Foi um momento de surpresas, descobertas… Ver uma tela em branco ir se transformando aos poucos em algo empolgante de se ver. A professora tinha muita paciência com a gente.

Num dado momento surgiu a necessidade de criar e não mais copiar. Aí mudei de professor, que passou a ser o Ernandes. Fase difícil, criar não é fácil, é quando a tela vai revelando o seu momento. Nessa fase arriscamos na tinta acrílica, diluível em água que exige rapidez nos traços, pois seca rápido, mas pode ser corrigida com maior facilidade. Usamos um pouco de textura também.

Voltei a trabalhar em 2009 e a pintura ficou esquecida, até hoje. Pretendo retomá-la assim que algum novo desafio me cutucar.

Contato: (19) 99787-1310 / khaluh@gmail.com

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Sarau dos Desapaixonados • Ler é Amor

SARAU DOS DESAPAIXONADOS • LER É AMOR
Dia 14, sábado, das 14h às 18h
Uma grande celebração da Arte Independente

✦PROGRAMAÇÃO
14h – 14h45: Maracatu Estação Quilombo
15h – 15h45: Retalho
16h – 16h45: Trago Arte
16h45 – 17h: Manada Grupo de Teatro
17h – 17h45: About a Soul
18h: Encerramento

e muuuito mais… confira na página do evento no Facebook.

Exposição Decodificações

Desapaixonados convida: Decodificações

O Desapaixonados pretende, toda edição, trazer um pouco da cultura que é produzida na região, por meio das mais variadas modalidades e suportes.

A edição que inaugura 2018 tem por tema “Ler é Amor” e, como já é tradição, teremos exposições de trabalhos durante todo o evento, além das atrações musicais, teatrais e, como não poderia deixar de ser, declamações.

Entretanto, teremos um diferencial: em parceria com a Biblioteca Municipal de Americana, traremos uma exposição fixa, que ficará em cartaz durante todo o mês de abril (de 3 a 27/04).

Cinco artistas locais – Amanda Paschoal, Isadora Fernandes, Laila Tonam, Matheus Souza e Miguel Rodrigues – apresentarão suas releituras muito particulares do cotidiano, dos limites entre a realidade e a ficção, entre o ceticismo e o lirismo; onde a palavra aparece aqui e ali, ora subentendida, ora em evidência, e onde a figura humana é mero coadjuvante de um contexto que lhe engloba, lhe perpassa, e lhe sobrevive.

Em suas decodificações plásticas, lemos um mundo em que o natural e o midiático também criam realidades alternativas, e onde a interpretação, mesmo que manipulada, constitui o lugar privilegiado no qual podemos nos reconhecer e admitir, mas também sonhar e projetar novos significantes.

O Desapaixonados convida você a embarcar nessa viagem, onde imagem e mensagem são ao mesmo tempo únicas e universais – onde cabem cada um, e todos nós.

Amanda Paschoal

 

Isadora Fernandes

 

Laila Tonam

 

Matheus Souza

 

Miguel Rodrigues

Exposição Olhares por Bicicletas

EXPOSIÇÃO OLHARES POR BICICLETAS
De 05 a 28 de março
As bicicletas no cotidiano dos brasileiros em registros fotográficos do Projeto Transite.

Projeto Transite e Exposição Fotográfica “ Olhares por Bicicletas ”
Documentação Fotográfica que revela os brasileiros e suas bicicletas, realizada por um fotógrafo Cicloviajante que percorreu os 26 Estado do Brasil com sua Bicicleta.

TRANSITE é um projeto de documentação fotográfica que tem como tema os brasileiros e suas bicicletas. Uma jornada em busca de histórias instigantes envolvendo a bicicleta registrando cidadãos que utilizam o veículo bicicleta nas cidades, numa cicloviagem de mais de 17 mil quilômetros pelo território brasileiro conhecendo a realidade dos mesmos com o cicloviajante e idealizador do Projeto Transite, o fotógrafo paulista Felipe Baenninger que vendeu tudo o que tinha para realizar esse sonho.

A proposta é documentar através de fotos e entrevistas, os ciclistas brasileiros, ouvir as pessoas que utilizam a bicicleta no seu dia a dia, seja para trabalho, atividades do cotidiano, iniciativas, etc. O Projeto iniciou em Junho de 2013, saindo de Porto Alegre RS e teve como destino final Belém do PA, passando por centenas de munícipios, o qual só foi possível através de financiamento coletivo via crowdfunding, inspirado em outros projetos. Ao término da expedição foi lançado um fotolivro com centenas de registros do cotidiano.

A Exposição “Olhares por Bicicletas” é uma mostra com uma série fotográfica em parceria colaborativa com o Projeto Transite, realizando os registros dos cidadãos que usam o veículo bicicleta e que tem como proposta, retratar histórias de pessoas que tem uma relação direta com o veículo bicicleta, seja ela como meio de transporte, para o trabalho, escola, faculdade, atividades do cotidiano, pequenos deslocamentos, passeios urbanos, lazer e esporte, etc, na Região Metropolitana de Campinas SP e do sul do país. Outro objetivo é trazer ao diálogo a questão da mobilidade nas cidades, a importância do veículo bicicleta nesse contexto e a relevância da presença do cidadão ciclista no cotidiano. “A idéia é mostrar que a bicicleta vai muito além de dar aquele rolezinho de final de semana, e sim mostrar que é possível conviver na cidade”.

O Projeto Transite esteve na Região Metropolitana de Campinas, na ocasião completou 1.000km de viagem, o qual pode compartilhar histórias, experiências, entrevistar dezenas de ciclistas e conhecendo um pouco mais da nossa realidade, através de encontros, diálogos, visita surpresa de sua mãe e tia, na Estação Cultural, no município de Santa bárbara d´Oeste SP, numa parceria com o Pedala SBO ( um movimento coletivo da sociedade que incentiva, orienta e propaga a cultura da bicicleta na RMC ). A mostra já percorreu diversos locais, como: Museu da Imigração, Estação Cultural, Câmara Municipal, CEU das Artes, no município de Santa Bárbara d´Oeste SP. A mostra idealizada por Eduardo Alves do Vale (Natural de Americana), ciclista urbano, o qual utiliza a bicicleta como seu principal meio de transporte desde 2010 e demais amigos ciclistas. Os registros realizados na RMC tiveram como colaborar o fotógrafo, Ciclista, Marcelo Lazinho.

Ao se tratar de Cidadãos Ciclistas, o evento tem objetivo de comemorar o “DIA ESTADUAL DE RESPEITO AO CICLISTA” e ao DIA INTERNACIONAL DA MULHER, em valorizar a vida humana, conscientizar e mostrar a relevância do Cidadão Ciclista e o veículo Bicicleta na cidade, além da importância do diálogo sobre o uso e compartilhamentos do espaço público ( vias Públicas ) às pessoas que decidem utilizar esse veículo ( Propulsão Humana ) no seu cotidiano. além daqueles que fazem uso da mobilidade ativa (a pé), pessoas com necessidades especiais, etc.

Contato : Eduardo Alves do Vale
Fundador e Coordenador do Pedala SBO
( 19 ) 9 8836 5641
Facebook : Pedala SBO https://www.facebook.com/Pedala-SBO-259327664198936/
Skype : edubrasbo

Saiba mais :

http://projetotransite.com.br/

https://www.youtube.com/watch?v=ooUMKVgcIRM

 

Exposição Raízes

EXPOSIÇÃO
RAÍZES AFRO-INDÍGENAS
De 09 a 27 de outubro de 2017

Com a palavra, os artistas:

Releituras afro-indígenas …vivencias coletivas para criações individuais…no fazer coletivo…


A exposição faz parte das etapas do Projeto “Raízes Afro- Indígenas” dos alunos dos 3º, 4º e 5º anos CIEP “Prof. Octávio César Borghi” (Cidade Jardim) que foram realizadas a partir de leituras e releituras da arte africana e indígenas (grafismos, pinturas corporais, arte plumária, mascaras, etc.) produzidas com materiais artísticos e reaproveitados do meio ambiente.


Um projeto de perguntas: Inspirou-se em nossas “raízes”? O aluno fruiu arte por necessidade? Tornou-se sensível a ela? Buscou compreender, interpretar, analisar, recriar, reinterpretar o seu trabalho e o dos outros? Produziu trabalhos artísticos utilizando sua poética pessoal e coletiva para expressar e comunicar imagens, ideias, pensamentos e sentimentos? Construiu conceitos sobre arte? Poetizou o seu universo?


O resultado foram composições de máscaras, tendo como suporte placas de papelões e pratos onde foram exploradas várias modalidades artísticas: escultura e objeto, desenho, pintura, colagem e outras. Sempre considerando o objeto de estudo das artes visuais (a composição) – a forma e seus elementos específicos: cor, linha, plano, volume e textura.


A leitura de obras, a criação\releitura e as técnicas foram trabalhadas coletivamente ampliando a rede de significados; tendo como fio condutor a cultura e arte Afro – indígenas.


A produção-criação navegou poeticamente por áreas artísticas e visuais. Um fazer coletivo que levou a concluir: “NÓS (alunos) colamos, cortamos e pintamos o papelão (suporte), NÓS fizemos a máscara (papietagem), e sua pintura e finalizamos com a colagem,…”. Todos assinam a obra.


Um percurso que iniciou com o aluno contextualizado com a realidade, para um aluno-coletivo que produziu, fruiu e conheceu arte e finalizando com a exposição coletiva, fomentando novos leitores apreciadores no espaço escolar e em outros espaços.

Professores orientadores
Antonio Roberto da Silva (Beto)
Beatriz Erclievsky Piglione
Contato: Prof.Beto (19) 9.83793318 / (19) 3461.3962 (escola)

Exposição O Ser

EXPOSIÇÃO O SER
De 04 a 29 de setembro
Obras da artista visual Peace (Laryssa Luiz)

Com a palavra, a artista:

Meu nome é Laryssa Luiz. Comecei a me aprofundar no mundo artístico em 2014, e desde então procuro respirar arte a todo o momento. Digo isso porque foi nesse universo artístico que me descobri, onde me encontrei. Frequentei uma oficina de graffiti na estação de Americana e me apaixonei pela arte de rua fazendo graffiti, algo que jamais pretendo parar de fazer. As pessoas envolvidas nesse meio me influenciaram a levar a arte além de uma pintura no final de semana na rua.

Resolvi fazer faculdade de Artes Visuais, desde então tive contato com diversos tipos de aprendizados, diversas referências artísticas que me ajudaram a aprender e aprimorar o que eu mais amo: desenhar, pintar, grafitar e até esculpir.
Acredito que essas atividades são complementares. Minhas obras são meus desabafos, pedaços do meu ser, e tenho certeza que tocam “o ser” de outras pessoas. Essa identificação é o que pretendo com esta exposição. O ser junto aos seus sentimentos.

Várias de minhas fases sentimentais estão expostas aqui. Gosto de compará-las às estações do ano. Observo nas árvores o secar das folhas velhas, o brotar das novas e seus floresceres. Assim somos! Secamos em fases tristes, buscamos nos manter fortes, e também brotamos nossas flores ou folhas, isto é, nos enchemos de vida e alegria, com raiz firme ao chão, e a essência de ser dentro de cada um de nós.

Contato: laryssa.luiz145@gmail.com

 

Expo Coletiva AmericanaZine

De 07 a 31 de agosto de 2017

Clique aqui para ver a página de Facebook do AmericanaZine

Rodrigo Côrrea

A ética do faça-você-mesmo dentro do punk permite a liberdade de tentar se expressar pelas diferentes formas dentro dessa “cena” ou “movimento”. Você pode montar uma banda sem ser músico, lançar discos sem ser uma gravadora, se organizar politicamente sem pertencer a nenhuma instituição burocrática, divulgar seus textos sem pertencer a academia ou a imprensa e criar sua própria arte sem necessariamente se preocupar com a classificação de artista. Dentro dessa lógica fui explorando  os caminhos que o punk oferecia para criar, montando bandas, fazendo zines, e como veremos na exposição, fazendo colagens (mesmo que digitais), que não se limitam à uma única referenciação em sua composição, mas que também se vale de elementos da literatura e conflitos da vida cotidiana para sua representação..

https://www.facebook.com/rodrigoxcorrea

Caio Henrique “Cain”

Minha pintura se iniciou a partir do desenho e das influências que me cercavam. Tudo o que eu olho e gosto se torna posteriormente uma releitura, são momentos, perspectivas e movimentações de lugares ou pessoas. Através da cor preta busco um equilíbrio entre contrastes e espaços, entre brutalidade e uma sensação amena, linhas embaraçadas, volume e respiro. Uma linguagem incomum que lida com meus interesses visuais e conceituais.

https://www.facebook.com/caiohenriquecain/

Isa Whitaker

Isa Whitaker se formou em 2015 em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pelotas. Aprofundou sua pesquisa em torno do desenho, prática que possui desde 2011 e hoje seu trabalho desvenda as possibilidades em torno da linha. Suas principais técnicas são aquarela e giz pastel seco. Nos seus trabalhos, o corpo é subvertido e existe uma constante busca por representar as infinitas camadas que estão por baixo ou por cima desse corpo que é visto superficialmente no dia a dia. Isa afirma que a prática diária de desenhar faz com que ela absorva e compreenda o mundo de outras formas, que vão além da linguagem da fala, tornando seu pensamento mais potente através da linha.

https://www.facebook.com/isawhitakerart/