Lançamento do livro “Um Sorriso de Papel”

LANÇAMENTO DO LIVRO “UM SORRISO DE PAPEL”
Dia 14/09/19 | sábado | 14h às 18h

Publicado de forma independente, o livro é uma psicografia e terá distribuição gratuita. Com a palavra, a autora:

“Este livro é fruto de uma canalização, pois as palavram vieram da espiritualidade, através de Eusébio. Foram meses de trabalho onde me colocava à disposição para canalizar as páginas do livro. A etapa que exigiu maior atenção e concentração, portanto a mais difícil, foi estabelecer a sintonia com a entidade de Pai Eusébio. Uma vez criado este vínculo, o trabalho fluiu da maneira esperada”.

Traz como mensagem que as pessoas tenham em mente a busca por um sentido para a vida. “É algo que estará sempre presente no íntimo de cada ser. E que para tudo há um encadeamento, uma razão, uma resposta. E um caminho a ser percorrido. Algo que só pode ser compreendido através do auto perdão, para que se cumpram os ajustes necessários que levem ao processo evolutivo de cada um”, ressaltou.

Durante o lançamento, serão recebidas doações de sabão em pó, água sanitária, amaciante, fraldas geriátricas de todos os tamanhos, e demais produtos, que serão destinados ao Lar dos Velhinhos de Americana.

SINOPSE

No livro Um Sorriso de Papel, a autora Katya Forti nos traz, pelo espírito Eusébio, fatos ocorridos a partir do ano de 1970, na cidade de Araraquara, interior de São Paulo.

Quando os personagens Amélia e Augusto se olharam pela primeira vez, a sensibilidade da mulher falou mais alto, e ela sentiu algo muito forte dentro de si. A partir daí, começa a desenrolar um passado em que ambos viveram em Viena (Áustria), no ano de 1846.

BIOGRAFIA

Katya Forti é formada em magistério, pedagogia e psicopedagogia. É autora dos livros: ALMA EM FLOR (2006), O INFINITO É LOGO ALI… (2011), e E AS ANDORINHAS DECIDEM VOAR… (2016).

Também é colaboradora com artigos de opinião no Jornal O Liberal há 13 anos e foi integrante do Espaço Literário Nelly Rocha Galassi. Premiação em vários concursos literários.

SERVIÇO

Exemplares serão autografados e as doações recebidas, no sábado, dia 14 de Setembro de 2019. Entre 14h e 18h. Na Biblioteca Municipal de Americana. * Durante o período não haverá cobrança de área azul.

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Lançamento do Livro “Cronicaliamente”

LANÇAMENTO DO LIVRO “CRONICALIAMENTE”
Dia 01/06/19 | sábado | 8h às 18h

O escritor e professor João Boldrin Rodella lança seu mais recente livro de crônicas, e faz um convite. Com a palavra, “Seu” João:

“Amigo(a): por favor venha colocar o seu coração junto ao nosso.
Mais uma vez convido(a) a ajudar-me para colaborarmos com uma entidade.
A APAE de Americana, cuja diretoria, funcionários e pais dedicam-se ao máximo, requer nossa colaboração contínua.

No sábado 01 de junho de 2019, das 8 às 18h, na Biblioteca Municipal, no centro de Americana, em cujo entorno o estacionamento regulamentado é pago até 13h, lançarei 500 exemplares do livro CRONICALIAMENTE.

Desejo de coração o seu comparecimento para, como gesto solidário e cristão, trocar um livro por: 1kg de sabão em pó, ou por 2 litros de amaciante de roupa, ou 2 litros de desinfetante, ou 200 folhas de papel sulfite A4 (as papelarias vendem de 100 em 100 e a APAE consome muito), conforme escolha sua.

Contamos com a sua generosidade e empenho. A sua presença nos encherá de júbilo.
Obrigado mais uma vez.

Deus lhe retribua.”

João Rodella

LANÇAMENTO DO LIVRO “CRONICALIAMENTE”
Dia 01 | sábado | 8h às 18h
Biblioteca de Americana
Praça Comendador Müller, 172, Centro

Lançamento de livro

A enfermidade salvadora - convite

Questionário de obra – Análise de “A enfermidade salvadora”

Sobre o autor, Bruno Giraldelli:
Nasci em 12 de julho de 1983 na cidade de Americana/SP. Desde pequeno a escrita corre em minhas veias. Creio que seja um dom ou uma vocação, algo que toda pessoa recebe como ferramenta de promoção do bem e da verdade; uma dádiva que Deus oferta a quem se torna merecedor – para quem se propõe a fazer diferença. Quando criança adorava ler gibis. Nas primeiras séries do ensino fundamental eu já inventava histórias enormes. Na realidade, eu nem sei se o que faço é literatura, pelo menos não como os eruditos pregam; eu apenas escrevo o que minha intuição e minha sensibilidade percebem no mundo; às vezes, é uma necessidade; noutras, um estado de espírito e de graça; na maioria das vezes, é para dar um destino nobre às minhas dores mais infames. Aos vinte anos comecei a ler romances estrangeiros, especialmente franceses, ingleses e russos; devorei centenas de livros em pouco tempo; mais tarde caí de paixão por Clarice Lispector e por poetas como Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade. Depois me interessei por filosofia e Friedrich Nietzsche foi um dos meus filósofos preferidos. Sigmund Freud e sua psicanálise também me inspiraram. Gosto de ler e estudar a bíblia. Examino de tudo e retenho o que é essencial. Já tenho um livro publicado e também já escrevi algumas crônicas para um pequeno jornal. Não, não tenho formação acadêmica e não sou membro de círculos literários importantes; todo o meu conhecimento veio de minhas experiências de vida – eu escrevo os movimentos da minha existência de modo que meus escritos sejam reconhecidos por quem quer que seja humano. Eu escrevo para seres humanos. Com almas. Escrever, para mim, é salvação. De quê? De mim mesmo.

Sobre a obra: “A enfermidade salvadora”.
Depois de uma grave crise mental, Daniel é acolhido numa clínica psiquiátrica. Essa (divina) fatalidade transformará para sempre o modo com que ele, sua mãe, seu pai e todos os envolvidos enxergam a vida. A história também conta com a influência dos estudos da psicanálise e a importância da arte na percepção do transtorno mental como uma verdade que revela o que move a razão, a emoção, a paixão, o desejo, a busca e o espírito de um ser humano. Inspirado na compreensão que o filósofo Friedrich Nietzsche teve sobre a própria enfermidade em sua autobiografia “Ecce Homo” e na “loucura” da salvação de Jesus Cristo.

1 – Por que você escreveu esta obra?
“A enfermidade salvadora” foi escrita para despertar consciências sobre o que há de maravilhoso na excepcionalidade humana, eu digo – na loucura. “A enfermidade salvadora”, um livro pretensioso, divertido e perigoso, é uma crítica à tranquilidade dos que se julgam impunes e lúcidos. Afinal, o que não mata fortalece e a loucura de Deus é mais sábia do que os homens.

2 – Para quem esta obra foi escrita e/ou dedicada?
Dedico a todos aqueles que buscam a verdade ainda que ela seja terrível; dedico aos que riem, cantam e dançam sobre a dor; dedico a todos aqueles que buscam sabedoria, autoconhecimento e o lado bom do que “dizem” ser mau; “A enfermidade salvadora” é uma história de transformações morais, intelectuais e espirituais – de superação.

3 – Em quanto tempo a obra foi escrita?
A obra levou, entre um curso de psicologia interrompido, crises emocionais, estudos, amores impossíveis, sensações difíceis, remédios fortes e experiências transcendentais, cinco anos para ser concluída. Que bagagem, não? Ainda assim, eu continuo aprendendo. Nada sei – sou uma pessoa que apenas sente.

4 – Qual a área em que esta obra se encaixa?
Dá para citar muitas; filosofia, psicologia, realidade contemporânea, arte, religião – é um livro que atravessa a vastidão do comportamento humano e toca em tudo.

5 – Qual o público que, em sua opinião, irá gostar de ler esta obra?
Pessoas que buscam conhecer-se, que buscam viver bem como são, independente do que a sociedade, a religião e outros meios de dominação impõem; creio que vão gostar aqueles que apreciam o jeito sensível, fluido e brutalmente belo de escrever de Clarice Lispector e do divertido cinismo do filósofo Nietzsche – é um livro com boas pitadas de ironia e sarcasmo sobre as misérias humanas. Um livro cheio de símbolos que provocam e inspiram a razão. As personagens são pessoas comuns que vão crescendo em conhecimento à medida que precisam lutar e enfrentar a realidade – elas aprendem a dançar apesar da dor. Gosta quem se reconhece na história. Mãe, pai, filho, pensadores, profissionais da saúde mental – vai gostar quem é completamente humano e não tem medo disso.

6 – Qual foi o método utilizado para escrever esta obra e seu conceito principal?
O livro foi construído com intuições, pensamentos livres e alguma experiência própria no assunto, mas também tive apoio de algumas obras de Sigmund Freud (“Cinco Lições de Psicanálise” e etc.), Nietzsche (“Ecce Homo”) e Clarice Lispector (“Um sopro de vida”). A obra é baseada em situações reais, mas ganha um relevo ficcional para ser amplamente discutida. A história não tem data, é quase atemporal, apesar de criticar a “modernidade”. O lugar “provavelmente” é o Brasil por alguns “fatos” que o leitor não deixará de reconhecer. É uma história para qualquer lugar ou tempo. As personagens são bastante humanas, e eu me inspirei na vida de todos nós, em nosso comportamento, nossos medos, anseios, desejos, sentimentos, paixões, culpas, preconceitos; são pessoas vivendo, buscando, se danando, rindo, chorando, descobrindo, aprendendo, morrendo, renascendo, permitindo – existindo. Já o conceito do livro traz uma ideia do que é saudável e verdadeiro através da ótica do que é doente e louco. Todo aquele que busca ser completo precisa ficar atento às coisas mais loucas e pervertidas do mundo, pois as mais fortes e mais legítimas verdades estão ocultadas sob os piores nomes, de maneira que somos ensinados a desprezá-las. Afinal, disse Deus que todas as coisas criadas são boas; depende do modo como você vê – depende do seu grau de instrução. É preciso abrir a alma e a mente; com psicanálise e também com arte se pode fazer da enfermidade uma sublimidade.

7 – Que tipos de orientações e afirmações estão contidos nesta obra?
O livro foi escrito para provocar irremediavelmente a consciência das pessoas; orienta à liberdade emocional e espiritual e afirma que todos nós somos controlados por ilusões, más escolhas, tradições, realidades forjadas e péssimas referências paternais; nossa mente é um caos e somos, quase sempre, vítimas de nossos próprios atos – da nossa própria razão. Mas não é o fim da linha: é possível ainda retomarmos nossas vidas e reconstruirmos nosso próprio destino; é preciso, porém, uma decisão responsável, uma abertura sensível e um querer. Talvez o livro ajude com suas personagens passando exatamente por essas mudanças; talvez elas indiquem os caminhos.

8 – Quais são as mensagens que esta obra transmite ao leitor?
De esperança, de possibilidade de mudar as coisas, de liberdade, de amor, de paz, de aceitação de retomada da responsabilidade sobre si; algo como: conheça-se a si mesmo e torne-se invencível.

9 – Quais são os temas/assuntos principais e coadjuvantes abordados na obra?
Loucura. Arte. Família. Deus. Redenção. Sociedade. Psicologia. Psiquiatria. E muitos outros.

10 – Qual o foco narrativo utilizado na obra?
O narrador é um observador-onisciente.

11 – Em que esta obra se diferencia das obras publicadas anteriormente?
Meu primeiro livro, “Águas Clandestinas”, teve sua publicação patrocinada em 2008 pela Secretaria de Cultura de Americana/SP através de um concurso realizado pelo Conselho Municipal de Cultura. Em minha estreia, falei um pouco sobre natureza, Deus e o homem, especialmente sobre a chuva, que simboliza um ciclo de vida. Era um narrador-personagem divagando sobre suas memórias e suas impressões do mundo. Um livro poético, mas bastante denso. “A enfermidade salvadora” traz personagens e uma história mais fluida que evolui em começo, meio e fim; é completamente diferente do primeiro livro. É um pouco mais simples e realista.

12 – Em que esta obra se diferencia de outras obras de outros autores do mesmo gênero, estilo e assunto? O que esta obra traz de novo, diferente, revolucionário, inédito ou singular?
Talvez a diferença esteja na forma com que a loucura é abordada, assim como pela forma de me expressar abertamente sobre tudo aquilo de que somos constituídos; tive a preocupação de dosar com humor o que é sério e de não poupar críticas e denúncias a tudo o que atrapalha nosso desenvolvimento humano, doa a quem doer, envolva quem tiver que envolver – ninguém ficará isento. Não será confundido todo aquele que puder conhecer a verdade sobre as coisas e sobre si. Eis um pouco da verdade em “A enfermidade salvadora”. Liberte-se. Enlouqueça ou morra raciocinando.

A enfermidade salvadora - capa

 

Trecho do livro
Quando vejo um louco na rua aos berros, eu paro para ouvi-lo. As pessoas ao redor continuam marchando inexoráveis, mas eu ouço prontamente a mensagem daquele que nasceu e enlouqueceu exatamente por mim – para me libertar através de sua louca verdade. Não se pode jamais desprezar tal graça. A liberdade é fruto de uma delicada e sapiente estupidez, como ser tão sensato a ponto de se conquistar plenamente o direito à insensatez – ser livre é uma loucura em grau heroico”.